SÃO PAULO E OS TEATROS DE ÓPERA

Sergio Casoy

 

A relação entre São Paulo e a ópera é muito mais antiga do que se costuma imaginar.Uma das primeiras referências que conhecemos vem datada de 29 de janeiro de 1763. Nesse dia, a Câmara dos Vereadores reuniu-se, muito preocupada. Os senhores Luís Lopes Coutinho, Pedro Luís de Seixas e João Dias Cerqueira, aparentemente sem autorização de Sua Majestade, ousavam edificar uma casa de ópera, nociva ao bom povo da cidade. No entender do procurador Joaquim Ferreira, proibir o teatro era “bem comum ao povo e prejudicial à [causa da] república”, já que “grande ofensa a Deus na dita casa da ópera se causa.” Evidentemente, os vereadores temiam o que não conheciam. Na São Paulo daquela época, a ópera era um tipo de entretenimento praticamente desconhecido.

Não existe nenhum documento elucidando o que aconteceu nesse meio tempo para acalmar a indignação dos edis, mas a verdade é que a Casa da Ópera, situada em algum ponto da Rua São Bento entre o Largo do Rosário (atual Praça Antonio Prado) e o Largo de São Bento, abriu suas portas ainda em 1763. Foi o primeiro recinto destinado especialmente à encenação de óperas na cidade, embora viesse, como todos os seus sucessores, a abrigar também outros tipos de espetáculo.

Mas as coisas iriam mudar – para melhor – poucos anos depois, quando a corte portuguesa resolveu estimular o interesse pela música lírica, contratando compositores para produzir novas óperas especialmente para Lisboa. Entre eles, Niccolò Jommelli, que, embora residisse em Nápoles, passou a compor, a partir de 1769, duas óperas por ano para Portugal. Sua obra acabou fazendo com que óperas de modelo italiano se tornassem as favoritas na Corte. Não demorou muito para que essas partituras atravessassem o Atlântico e chegassem ao Brasil, criando também por aqui a predominância do mesmo estilo. Nesse meio tempo, o Marquês de Pombal, ministro plenipotenciário do Rei José I de Portugal, fez publicar um edito “sugerindo” que os governadores convidassem a iniciativa privada das cidades do reino a colaborar na construção de novos teatros de ópera como maneira de disseminar a cultura.

O primeiro espaço paulistano oficial dedicado às manifestações de música lírica, o Teatro de Ópera, surgiu quando Pombal já não era mais ministro, por iniciativa do governador Bernardo José de Lorena. Ficava no Pátio do Colégio, ao lado da antiga Casa de Fundição. Foi inaugurado em 1795 e demolido em 1870, entrando definitivamente para a história em 7 de setembro de 1822. Nessa célebre data, Dom Pedro I teve uma agenda cheia: proclamou a independência do Brasil durante o dia e aproveitou para ir ao teatro à noite, usando no braço uma fita verde-amarela da qual pendia uma medalha de ouro com a inscrição “Independência ou Morte”, mandada fazer de última hora na oficina do ourives Lessa na Rua Boa Vista. No Teatro de Ópera, onde foi aclamado entusiasticamente como “o primeiro rei brasileiro”, Pedro firmou o ato da separação brasileira de Portugal, executou ao piano sua mais nova composição musical, o Hino da Independência, cantado pelas senhoras paulistanas presentes, e finalmente sentou-se em seu camarote e assistiu à Companhia zacchelli representar O Convidado de Pedra, que infelizmente, não foi possível precisar se era uma ópera ou peça de teatro, já que existia na época uma infinidade de obras dos dois gêneros com esse título.

Com o passar do tempo, os paulistanos foram se afeiçoando cada vez mais aos espetáculos líricos. No século XIX, surgiram na cidade novos espaços dedicados à ópera. Em 4 de setembro de 1864, inaugurou-se o primeiro Teatro São José, no terreno da Praça João Mendes hoje ocupado pelos fundos da Catedral da Sé. Em 1881, aconteceria em seu palco uma histórica apresentação de Il Guarany, que além de ter como protagonista o mitológico tenor Francesco Tamagno, futuro criador do Otello verdiano, trazia, no papel de Gonzales, um jovem cantor de 24 anos em sua única visita ao continente americano. Era o legendário Mattia Battistini, que dentro de poucos anos viria a ser conhecido como “o rei dos barítonos e o barítono dos reis”. Fato comentado com muito orgulho pelos antigos cultores de ópera da cidade, Battistini jamais se apresentou nos Estados Unidos, pois morria de medo de viajar de navio e nunca mais voltou a cruzar o Atlântico. Mas em São Paulo, ele esteve!

Totalmente destruído por um incêndio em 15 de fevereiro de 1898, o Teatro São José mudou de endereço. O prédio do novo São José, construído na esquina da Rua Xavier de Toledo com o Viaduto do Chá, descia até a Rua Formosa, e foi inaugurado em 28 de dezembro de 1909. Funcionou até 1920.

Em 23 de Agosto de 1873, iniciava suas atividades o Teatro Provisório Paulistano, construído na Rua Boa Vista. Logo no ano seguinte, a casa seria sede de um evento importantíssimo, abrigando a primeira das muitas temporadas líricas paulistanas. Uma companhia lírica organizada por J.Ferri, que, apesar de contar com artistas de vários países europeus, foi chamada de “italiana” em função das óperas escolhidas e do idioma através do qual seus componentes se comunicavam entre si, apresentou, entre primeiro de novembro e 30 de dezembro de 1874, um repertório cujo grande sucesso veio apenas confirmar a preferência do público pela ópera peninsular: Attila, Ernani, La Traviata e Il Trovatore, de Giuseppe Verdi; Norma, de Bellini; Lucrezia Borgia e Lucia di Lammermoor, de Gaetano Donizetti. A tradição operística ítalo-paulistana já estava consolidada desde a primeira temporada.

Ao longo dos anos, o Teatro Provisório seria sucessivamente rebatizado como Teatro Ginásio Dramático, Teatro do Congresso Ginástico Português, Teatro Minerva e por último Teatro Apollo, até ser finalmente demolido em 1899. No mesmo endereço, Antonio Álvares Leite Penteado edificou o primeiro Teatro Santana, que funcionou entre 26 de maio de 1900 e 12 de janeiro de 1912, quando foi vendido à prefeitura, que o removeu para construir o Viaduto Boa Vista. O novo Teatro Santana, construído por Sylvio Penteado na Rua 24 de Maio, procurando reproduzir a planta do Santana original, abriu suas portas em 25 de abril de 1921. Durou até 1959, quando foi derrubado para dar lugar à atual galeria R. Monteiro.

O Teatro Politeama, que havia surgido em 21 de Fevereiro de 1892, passou a apresentar óperas após o incêndio do primeiro São José, abrigando a programação do teatro desaparecido. Ficava na Rua de São João, atual passagem de nível do Anhangabaú, e também foi destruído por um incêndio em 27 de dezembro de 1914, após ter abrigado, sucessivamente, o Cinema Central, com duas salas de projeção, e a Delegacia Fiscal. Inaugurado na primeira década do século XX, o Teatro Colombo surgiu, na verdade, da reforma do prédio do antigo Mercado do Brás, no Largo da Concórdia. Além de apresentar óperas e peças de teatro, passou, com o tempo, a exibir filmes e a hospedar bailes de carnaval que se tornaram famosos na cidade. Seu espetáculo inaugural, em 20 de fevereiro de 1908, foi a peça Maria Antonieta, encenada pela Companhia Dramática Italiana, dirigida pelo ator Bognesi. O grande momento do Colombo, entre tantas apresentações memoráveis, foi a estréia paulistana, em 1911, da ópera Amica, regida pessoalmente pelo autor, Pietro Mascagni, com direito a discursos e inauguração de placa comemorativa no saguão do teatro. Após muitos anos de abandono, o prédio incendiou-se misteriosamente em 19 de julho de 1966. Na manhã seguinte, um dos jornais da capital publicava a seguinte manchete: “O Teatro Colombo deu seu último espetáculo.”

A construção do Theatro Municipal de São Paulo representou um marco importante tanto na história cultural da cidade quanto em seu processo de transformação em metrópole. Em 1902, o governo do Estado cedeu à municipalidade um terreno onde antes havia funcionado uma serraria de propriedade de um alemão, que se destinava, conforme comunicado do prefeito Antonio Prado à Câmara Municipal, “à construção de um teatro nesta Capital entre as Ruas Barão de Itapetininga, Formosa, Conselheiro Crispiniano e o futuro prolongamento da Rua 24 de Maio.” Após o lançamento da pedra fundamental, ocorrido com grande cerimônia em 1903, a obra se arrastou por oito longos anos. Infelizmente, os políticos responsáveis se preocuparam muito mais com a criação de um monumento do que com a instituição de um organismo vivo e atuante. Para eles, o conceito de teatro consistia em ter-se um prédio de luxo. Foi construído com materiais de primeiríssima qualidade, importados da Europa, que podem ser apreciados até hoje. Ninguém se preocupou, entretanto, no período da obra, em formar os corpos estáveis, tão necessários para a qualidade dos espetáculos de ópera. O prédio ficou pronto, mas não tínhamos nem orquestra, nem coro, nem corpo de baile. Viriam muitos anos depois. Com o término da construção em agosto de 1911, a primeira providência da Câmara, dentro da nossa melhor tradição, foi a de nomear uma comissão de inauguração, constituída pelo então prefeito Barão Raimundo Duprat e por Pedro Villaboim, Alfredo Pujol, Numa de Oliveira e Francisco de Paula Ramos de Azevedo. Após exaustivos debates, concluiu a comissão que o Theatro Municipal deveria ser inaugurado com pompa e estilo, apresentando um grande nome internacional à altura do evento. Da parte prática dessa realização foi incumbido o empresário teatral Celestino da Silva, instruído a resolver tudo com a máxima rapidez. Assim, o Theatro Municipal nascia sob o signo da improvisação. Congestionando as linhas telegráficas, Celestino pôs-se a trabalhar e teve a sorte de descobrir que um dos maiores artistas líricos do mundo, o barítono Titta Ruffo, cuja importância só era igualada na época à deEnrico Caruso, se encontrava à frente de uma companhia de óperas, fazendo um giro pelo Uruguai e Argentina. Ruffo foi localizado na cidade argentina de Rosário e concordou em vir a São Paulo, sugerindo para a estréia seu papel favorito, o protagonista de Amleto, a versão italiana da ópera Hamlet, do compositor francês Ambroise Thomas. Houve veementes protestos na Câmara, liderados pelo vereador Alcântara Machado. O novo teatro de São Paulo deveria ser inaugurado com uma ópera de Carlos Gomes! O diligente Celestino telegrafou consultando Titta Ruffo a respeito. O barítono respondeu polidamente, informando não dispor de nenhuma ópera do compositor campineiro preparada, mas poderia fazê-lo dentro de dois anos. Como se pretendia inaugurar o Municipal ainda em setembro, a idéia foi abandonada, mas não antes de a matéria ser inflamadamente debatida na Câmara, até chegar-se a uma solução negociada, aceita pelo grupo nacionalista: antes da ópera de Thomas, a orquestra executaria a protofonia de Il Guarany, fazendo assim com que Carlos Gomes fosse o primeiro autor a ser ouvido no novo teatro. A récita inicial tinha sido marcada para o dia 11, mas como os cenários chegaram atrasados da Argentina, o Theatro só foi inaugurado em 12 de Setembro de 1911. Concorridíssima pela alta sociedade paulistana, a abertura do Municipal causou o primeiro grande engarrafamento de trânsito da cidade de São Paulo. A quantidade inumerável de discursos que abriram a solenidade fez com que o espetáculo tivesse início às dez da noite. Hamlet é uma ópera longa, de cinco atos. À uma hora da madrugada, pouco antes de iniciar-se o último ato, resolveram as autoridades encerrar a noitada lírica sem terminar a ópera. Afinal, ceias comemorativas, onde seriam proferidos mais discursos emocionados, haviam sido preparadas em várias mansões da cidade e aguardavam as famílias paulistanas nessa noite de festa. Assim, os cantores foram dormir mais cedo do que esperavam. Como o primeiro personagem a cantar em Hamlet, logo depois do coro inicial, é o Rei Cláudio, sabemos que o primeiro cantor solista a ser ouvido no Municipal foi o intérprete daquele papel, o baixo russo Pavel Ludikar, que se apresentava com seu prenome italianizado, Paolo. Mas observações como essa escaparam aos jornalistas da ocasião, que se preocuparam muito mais com o aspecto de crônica social da noite. Vale a pena reproduzir um trecho da reportagem do Correio Paulistano do dia seguinte, descrevendo as toaletes das damas presentes:

“Mme. dr.Jorge Tibiriçá, toilette de calipso de seda marinho, coberta com rica túnica de filó de seda fantasia guarnecido com finíssimas aplicações fantasia e franjas de vidrilho. Mme. Guilherme Rubião, belíssima toilette de cetim duchesse gris com voilage de mouseline changeant, guarnecida de aplicação e franja de vidrilho, sur même nuance; Mme. Gustavo Pais de Barros, toilette de faille liberty gris-fér, guarnecida com lindas aplicações argentées; Mme. Aristides Sales, rica toilette de liberty branco coberta de lindo voilage rosa pálido, guarnecida de lantejoulas e franja vidrilho; Mme. João Rubião, toilette de liberty gris perle com voilage de mouseline chiffon sur même nuance, com ricas guarnições de vidrilho e franjas fantasia; Mme. Rubião Júnior, toilette de lumineuse heliotrope com túnica de renda chantilly preta guarnecida com belas franjas de vidrilho preto.”

Essa foi a primeira de muitas noites no Theatro Municipal em que uma apresentação de ópera serviu como pretexto para um glamouroso evento social, cheio de brilho, para pessoas da alta sociedade. Embora muitas delas amassem realmente a ópera, outras tantas iam ao teatro mais para ver e ser vistas do que propriamente pelo prazer do espetáculo, retirando-se, não poucas vezes, antes do final da função.

Mas, se por um lado se estabelecia essa sofisticada tradição, já se havia consolidado, num outro segmento do público, facilmente identificável nos espectadores que desde os primeiros tempos lotaram as galerias e anfiteatros do Municipal, uma forma exaltada e tipicamente paulistana de gostar de ópera. Generosa herança recebida dos imigrantes italianos, essa desmedida afeição chegou intacta ao terceiro milênio, sempre despertando em seus aficionados, oriundi ou não, paixões tão intensas e inflamadas que só podem se comparar ao entusiasmo causado pelo futebol.

Entre 1890 e 1910, quase um milhão de italianos chegou ao Brasil. Muitos deles se fixaram no estado de São Paulo. Traziam consigo, na bagagem da memória, abraçados à saudade da terra que nunca mais veriam, suas árias favoritas, aquelas queridas cantilenas que ouviram desde a infância. Para eles, a ópera não era erudição. Era tradição, era folclore. Por isso, passaram-na com tanto amor a seus filhos e netos.

Quando o dinheiro do café paulista começa a transformar a capital do estado numa cidade importante, propiciando além dos melhoramentos urbanos a criação de um parque industrial respeitável, os imigrantes e seus descendentes deixam paulatinamente a região rural e se mudam para a cidade de São Paulo, onde se tornam pequenos artesãos ou operários. São Paulo que, como vimos, já tinha uma preferência antiga pela ópera de origem italiana, viu-a crescer com a chegada dos novos imigrantes, acendendo paixões que extrapolaram muitas vezes os próprios limites físicos dos teatros.

Mais do que da partitura, da qualidade do libreto ou da mensagem da ópera como obra de arte, a grande maioria dos apaixonados pela música lírica italiana gostava – e ainda gosta – das vozes, do canto. Verdadeiros alquimistas das emoções, os cantores, principalmente os tenores, viram florescer em torno de si uma espécie de culto, chegando algumas vezes às raias do mito. Registros orais e escritos de histórias envolvendo os ídolos do canto em suas passagens por São Paulo povoam a tradição dos amantes paulistanos da lírica. Conhecemos em detalhes a agenda de Enrico Caruso, o maior tenor do século XX, durante sua única visita à cidade em 1917. Há recordações de Ferruccio Tagliavini no auditório da Rádio Gazeta, acariciando os cabelos de sua esposa Pia Tassinari, enquanto cantava “vorrei baciar i tuoi capelli neri”, conhecidíssima frase da Musica Proibita de Gastaldon; de Francesco Albanese, distribuindo vales aos operários italianos da Sapataria Pellegrini da Bela Vista, aonde tinha ido fazer compras, para que fossem retirar gratuitamente seus discos na Casa Beethoven; de Tito Schipa, indo jantar na Pizzaria Castelões cercado de amigos depois de um recital, e, em 1946, casando-se pela segunda vez, aqui em São Paulo, na igreja Nossa Senhora da Paz.

Mas nenhum dos tenores italianos que visitou São Paulo foi mais idolatrado do que Beniamino Gigli. Há, sobre ele, uma infinidade de histórias. Afável, gentil, adorava misturar-se, nos momentos de folga, a seus compatriotas em qualquer das cidades onde estivesse se apresentando. Certa manhã de domingo – a data correta é 13 de Agosto de 1933 – as senhoras italianas que ouviam a missa na Igreja Bom Jesus do Brás, na Avenida Rangel Pestana, viram levantar-se um cavalheiro muito bem vestido, que caminhou até o coro dos meninos, colocou-se no meio deles e começou a cantar uma ária religiosa. Era Gigli, que discretamente, tinha ido à missa. Quando terminou de cantar, após muitos abraços e apertos de mão, o tenor pediu licença para ir embora, pois tinha ainda de cantar na matinê do Theatro Municipal. Ia fazer Lucia di Lammermoor com Bidu Sayão.

Gigli, após várias visitas, despediu-se de São Paulo em 1951, participando da mesma temporada em que os paulistanos, por obra do empresário Alfredo Gagliotti, ouviram Maria Callas, Renata Tebaldi, Fedora Barbieri, Giuseppe di Stefano, Mario Filippeschi, Cesare Valetti, Mirto Picchi, Gino Bechi, Tito Gobbi, Nicola Rossi-Lemeni e Giulio Neri. Após a grande excitação gerada pela visita desse excepcional conjunto de cantores, o Theatro Municipal, numa espécie
de anticlímax, fechará suas portas por alguns anos. Talvez seja por isso que a temporada de 1951 é considerada instintivamente pelos cultores da ópera como um grande divisor de águas, encerrando um período legendário, de grandes nomes e grandes feitos, cuja aura nunca mais conseguiu ser reproduzida nos anos seguintes.

 

Este artigo é uma adaptação do texto introdutório São Paulo e a Ópera: Uma Antiga História de amor, publicado em meu livro OPERA EM SÃO PAULO 1952-2005 (EDUSP, 2006)

2 respostas para SÃO PAULO E OS TEATROS DE ÓPERA

  1. Sou neta de Alfredo Gagliotti, vivo em Washington D.C. a 30 anos. Me emocionei lendo esta historia maravilhosa da opera no Brasil. Quem teve a oportunidade de assistir uma opera, das temporadas liricas feitas pelo Sr. Alfredo Gagliotti, assistiu uma das apresentacoes mais lindas que Sao Paulo ja teve. Frequento os teatros e a cada opera que assisto, me considero abencoada pela heranca que meu avo nos deixou, a paixao pela opera. Aqui quero prestar uma homenagem a ele, um empresario, unico que mora em nossos coracoes. Obrigada.

    Ruth Gagliotti Fortunato

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